quinta-feira, 30 de julho de 2015

Polícia, Justiça, Tiro pela culatra...



            Esta Coluna Jornalística inicia-se o seu texto de hoje alertando a população quanto algumas atitudes aparentemente normais no meio da sociedade, pela qual, utiliza-se a Justiça para procurar um direito, que já sabe de antemão que não é merecedor; e também aqueles que procuram a força da justiça para aniquilar inimigos, adversários ou pessoas que de qualquer forma seja empecilho aos negócios. Pois bem, antes de ser Juiz-Arbitral, com a mesma força de qualquer outro Juiz, togado, eleitoral, de paz, este escriba foi Jornalista investigativo e marketologo; portanto, diante a analise, as artimanhas utilizadas são risíveis.
            Na justiça eleitoral é prática delituosa normal, um candidato pagar um cidadão para depor contra o seu adversário, no afã deste ser condenado, perder o cargo e deixar tal cargo para o que arquitetou a denúncia nos bastidores. Na justiça comum é normal pleitear em ação monitória ou análoga, uma divida sem documento eficaz, para que possa ser reconhecida, principalmente por revelia, e tê-la ali, um crédito, que até então não existia. Isto é prática comum também na esfera criminal, quando alguém tem interesse em prejudicar seu inimigo e faz uma denúncia para que este cidadão responda criminalmente.
            No entanto, quando é provada a irresponsabilidade do denunciante, este paga-se o ônus a titulo de denunciação caluniosa, podendo cumprir até oito anos de cadeia, e, ou, litigância de má fé, onde o juiz condena o denunciante a pagar um valor por sua atitude maldosa. Então, fica a dica, polícia, justiça, são instituições sérias, só busque seus direitos se verdadeiramente são reais e concretos, não tentem prejudicar alguém via estes poderes, pois o tiro pode sair pela culatra. 

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