A OAB – Ordem dos Advogados do
Brasil – está sob pressão há tempos, de um lado o congresso nacional cogita a
intervenção na entidade para que esta tenha suas bilionárias contas auditadas
pelo TCU – Tribunal de Contas da União – e seja exterminada a famigerada prova
de admissão de bacharéis em direito aos seus quadros. De outro lado, a pressão
do executivo nacional para que a OAB perca parte dos poderes lhes inseridos
pelas normas atuais vigentes no país, pelas quais, garante-lhes poderes
inerentes ao MP e Judiciário, ou seja, a OAB é considerada como o quinto poder.
Denominada de cartel pelo presidente
da câmara federal, Eduardo Cunha, e com isto, agora a OAB sofre ataques da
imprensa chapa-branca tentando lhes retirar a reputação positiva alcançada nas
últimas duas décadas. Neste enfoque, só há uma opção, quem não deve não teme; a
OAB precisa abrir suas contas para que a população brasileira saiba do que a
classe de advogados realiza com os fartos recursos lhes destinados anualmente;
extermine-se de uma vez por todas o seu exame de admissão aos seus quadros,
para que democraticamente seja uma entidade liberalista, fraterna e justa...
ai, sim, deixará de ser cartel.

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