A
humanidade chegou ao consenso atual que é através da prática do bem que o ser
humano se eleva espiritualmente e quiçá, materialmente, a vista disso, são as
entidades filantrópicas que povoam as mentes europeias e americanas; entretanto,
ciente somos que tais entidades internacionais atuam sob extrema ética e a égide
do bem, prova disto é o sucesso dos “Médicos sem Fronteiras” que atua em todas
as catástrofes do mundo, como também bombeiros, e ativistas que independentes
se solidarizam com os carmas humanos.
Sem generalizar, os brasileiros também
comungam desta mesma concepção: fazer o bem, sem olhar a quem, embora, a
maioria destes “filantropos” brasileiros estão à serviço de seus próprios
interesses, materiais, políticos e estritamente financeiros. Em Rondônia, a
secretaria de ação social mantém uma estrutura voltada para ofertar recursos e
apoios financeiros e educacionais àqueles que estão dispostos a fazer o bem,
mas, na prática, o que notamos são entidades que recebem recursos do erário e
que estão coligadas a políticos ou pessoas com interesses meramente
financistas.
Desta forma a intenção da qual seria
benéfica fica prejudicada, pois o materialismo e os desejos sórdidos de pessoas
inescrupulosas sobressaem aqueles que fazem o bem sem apoio do erário; neste
enfoque, o brasileiro internacionalmente é tido como um povo de “jeitinho”, sem
escrúpulo e outros adjetivos análogos depreciativos; ou os comandantes políticos
mudam ou o Brasil fica de fora da maré internacional do bem... e credibilidade filantrópica
é a exigência imprescindível para qualquer atributo de parcerias, negócios e
expressão visual.

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