quarta-feira, 22 de julho de 2015

Não há crise na agricultura familiar


            A economia informal rondoniense recebe uma demanda imensurável, partindo-se da analise da agricultura familiar; são centenas de famílias que cultivam em suas granjas, chácaras, sítios, lotes, fazendinhas, uma diversidade de verduras, frutas e legumes e hortaliças, que cultuam ainda na população a filosofia da alimentação saudável. Sua produção é despejada semanalmente nas cidades vizinhas e razão pela qual, movimenta a economia informal e não aparece em dados científicos do Governo.
            Mas, ainda mais favorável a esta economia primitiva encontram-se os produtos manufaturados, dos quais, destacamos os genéricos do leite de gado e os pães caseiros que diariamente, serviçais dos bons costumes os entregam nas casas dos cidadãos, e, em alguns casos o uso do crédito é salientado pelo uso da “caderneta”, o famoso fiado, quitando-o sempre no final do mês. Está é uma economia ao toque da confiança, de um lado um produto caseiro (De uma família a outra) e de outro o pagamento justo.

            Ademais, diante a recessão que assola o país momentaneamente, e neste contexto Rondônia sofre em demasia, a economia primitiva mostra sua força diante a supremacia dos grandes mercados sem se preocupar com a alta do dólar, dos acordos das financeiras, da crise da Petrobrás, enfim, vai caminhando aos trancos e barrancos: produz, entrega, recebe; sem se preocupar com fluxo de caixa, marketing e o intermediário; tudo entre o produtor e o cliente. Neste setor produtivo, não há crise!

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