A economia informal rondoniense
recebe uma demanda imensurável, partindo-se da analise da agricultura familiar;
são centenas de famílias que cultivam em suas granjas, chácaras, sítios, lotes,
fazendinhas, uma diversidade de verduras, frutas e legumes e hortaliças, que
cultuam ainda na população a filosofia da alimentação saudável. Sua produção é
despejada semanalmente nas cidades vizinhas e razão pela qual, movimenta a
economia informal e não aparece em dados científicos do Governo.
Mas, ainda mais favorável a esta
economia primitiva encontram-se os produtos manufaturados, dos quais,
destacamos os genéricos do leite de gado e os pães caseiros que diariamente,
serviçais dos bons costumes os entregam nas casas dos cidadãos, e, em alguns
casos o uso do crédito é salientado pelo uso da “caderneta”, o famoso fiado,
quitando-o sempre no final do mês. Está é uma economia ao toque da confiança,
de um lado um produto caseiro (De uma família a outra) e de outro o pagamento
justo.
Ademais, diante a recessão que
assola o país momentaneamente, e neste contexto Rondônia sofre em demasia, a
economia primitiva mostra sua força diante a supremacia dos grandes mercados
sem se preocupar com a alta do dólar, dos acordos das financeiras, da crise da
Petrobrás, enfim, vai caminhando aos trancos e barrancos: produz, entrega,
recebe; sem se preocupar com fluxo de caixa, marketing e o intermediário; tudo
entre o produtor e o cliente. Neste setor produtivo, não há crise!

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