A cada esquina na cidade de Porto
Velho-RO proliferam-se dois nichos dos quais crescem a todo vapor! O primeiro
são bares, que atraem pessoas de todos as referencias etárias para curtir uma
boa cerveja, um bom
tira-gosto; o segundo são as Igrejas,
que são subsidiárias das matrizes que geralmente estão sediadas no centro da
cidade. Estas filiais, devidamente registradas no CNPJ
e com documentação jurídica em dias, trabalham no sentido de atrair para si o
quanto bastem de fieis que sua estrutura possa suportar.
Tanto as igrejas quanto bares não
sofrem crises das quais assolam o estado momentaneamente; de um lado, todos são
obrigados a darem 10%
do salário em forma de dizimo nos termos preconizados no Livro das Leis (Bíblia) sob pena de não
atingirem suas metas materiais no mês subsequente ao pagamento dizimal; no
outro segmento, todos possuem ao menos R$ 20,00 para “molhar a garganta”
diariamente sob a égide de festejar em tributo a si mesmo com aquilo que os
deuses egípcios monopolizaram como a bebida-divina: A cerveja.
Porquanto, tanto as igrejas, quanto
bares, são responsáveis hoje por um número extra-oficial ascendente em
patamares nunca antes vistos por esta região; como forças contrárias se repelem
e se atraem, conforme explica a física; tanto bares tentam conquistar os fiéis,
quanto as igrejas tentam conquistar os clientes dos bares; nesta briga mercadológica
só poderá haver um vencedor: os fiéis ou clientes, ou clientes, ou fiéis... Amém...
Desce mais uma!

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