sexta-feira, 3 de julho de 2015

Lava Jato atinge a eficiência da PF e a compara a polícia tupiniquim

O temor de ser preso a qualquer momento, cria-se um estado emocional e espiritual negativo nos investigados por forças policiais; este é o sentimento no momento que passam todos os empresários, executivos e políticos que tiveram contatos comerciais com a Petrobras, e, via a operação “Lava Jato” são pautas de comentários e suposições das autoridades investigativas. Há crime? Há sim! Embora se saiba que a regra habitual no Direito pátrio seja investigar antes e prender depois; neste momento brasileiro, as autoridades policiais e judiciárias que estão à frente da “Lava Jato” estão realizando o contrário, prende-se antes e investiga-se depois, mesmo que alguns investigados tenham depositados na justiça seus passaportes, endereços fixos e empregos sólidos, mas, nem isto adianta, o importante é a prisão preventiva como argumento em que os investigados possam destruir provas, corromper testemunhas e sumir com os recursos financeiros supostamente desviados, argumentos pelos quais, partindo-se deste exórdio nota-se a total ineficiência da Polícia Federal comparando-se a qualquer outra policia tupiniquim, já que, precisa-se de prisão antecipada do individuo porque senão não conseguirá provas cabais para dar cabo a sua missão, neste enfoque, subtende-se que a PF não tem peritos contábeis hábeis para avaliar documentos, escutas fidedignas e mapear as transações comerciais internacionais; assim, o mais fácil a título de penalização antecipada é prender antes, julgar via mídia e consagrar-se como a melhor justiça do mundo porque prendeu homens poderosos; isto leva-se a crer como aconteceu na idade média, quando a Igreja católica, titular do poder inquisicional denunciava, julgava e condenava a morte via fogueira acesa em praça pública cidadãos ricos, por simples interesses em suas terras produtivas... sabe-se que no Brasil ninguém é considerado culpado até o julgamento em última instancia, ou seja, até o Supremo, STF.. Muda Brasil!

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