A inflação está presente e já é visível
na mesa das famílias rondonienses; dados do governo federal (já que o Governo
de Rondônia esconde) apresentam números inflacionários no estado em torno de
10% mensais e isto quer dizer que tudo
fica mais caro a cada dia; desde o pãozinho “francês” pela manhã ao feijão e o
arroz que são imprescindíveis na vida dos sofríveis rondonienses.
Nisto, o governo federal lançou
ontem um novo ajuste na meta fiscal, pela qual visa prender a inflação no nível
de 05%. Por aqui, a secretaria estadual de finanças, ou de planejamento, não anunciam
a população as táticas que irão realizar para conter o ímpeto ascendente
inflacionário que corroem os parcos salários dos trabalhadores. Também, o
governo estadual não se utiliza de ferramentas econômicas para conter o índice de
desemprego e desabastecimento comercial que assola aos poucos as principais
cidades de Rondônia.
Enquanto no Brasil, utiliza-se de
todos os meandros para conter a inflação e a falta de circulação financeira no
mercado, em Rondônia, o povo se vira sozinho. Não existe um comando tenaz, não
existem profissionais da economia lotados no governo que venham à público e
relatem o que estão fazendo para conter a inflação; por fim, o povo se vira
sozinho sem um comando, e vai levando a vida: “Deus nos acuda!”

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