Eu tive um professor na faculdade,
no curso de Direito, que é Juiz-Togado, e determinada vez ele me falou: “você
não parece o que falam de você: arrogante e prepotente”. Eu humildemente
retruquei: “Professor!, eu não sou um vendedor de redes, como Mário Calixto,
que montou um Jornal, eu sou um profissional do jornalismo e que sou dono de
jornal”. Por fim, após as pessoas conhecerem com maior proximidade os donos de
jornais, vão percebendo que nem todos são bandidos.
Entretanto, o vendedor de móveis,
Mário Calixto, conseguiu a façanha de inserir a insígnia depreciativa generalizada
a todos os empresários de comunicação, pelo qual: “ninguém presta”; já que
ficou provado que o bandido é ele mesmo. No entanto, os donos de jornais, tem o
ímpeto empreendedor como qualquer outro empresário, mas, isto não quer dizer
que o uso de seu veiculo de comunicação seja utilizado para a bandidagem. Foi o
que Calixto fez nos últimos trinta anos, uma versão tupiniquim de o maior
achacador do Brasil, o jornalista Assis Chateuaubriand, empresário que chegou a
ser dono de quase 300 jornais no Brasil e que conseguiu achacar até um cargo de
Senador pelo estado da Paraíba.
Calixto também fez o mesmo, apoiou o
Senador Amir Lando com seu jornal OEstadão do Norte, e, em troca, assumiu o
cargo por algum tempo, para se livrar de alguns processos judiciais; Calixto
está envolvido em diversos crimes, dentre eles o envolvimento na morte do
ex-senador Olavo Pires. Seu Jornal OEstadão foi responsável pela saída compulsória
de um conselheiro do Tribunal de Contas de Rondônia (Não divulgarei seu nome
para não prejudicá-lo) e todos os tipos de achaques Calixto cometeu junto a
administração pública, em detrimento as licitações direcionadas.
Eu mesmo já fui vitima dele e do seu
Jornal OEstadão, quando nossos negócios colidiram, entretanto, o antidoto que
neutraliza o veneno da cobra é fabricado com seu próprio veneno; foi o que eu
fiz, como dono de jornal, devolvi na mesma moeda as matérias me imputadas
falsamente e o estampei na capa do octogenário Oguaporé as verdades sobre
Calixto, foi ai que ele sentiu o peso de um jornal com maior credibilidade que
o dele. De forma, que, chegou um tempo de tanto o termo “dono de Jornal” ficar depreciativo,
por causa de Calixto, que eu e mais uns amigos, não falávamos que éramos donos
de jornais em eventos e convenções. “Porque dava vergonha”.
Por fim, a Justiça está sendo feita,
e provando que a Lei é para todos, ninguém está acima da lei, a queda do Jornal
OEstadão do Norte e de Mário Calixto é uma prova para os novos jornalistas que
estão saindo das faculdades agora saberem: “O Crime não compensa”.

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