quinta-feira, 23 de julho de 2015

Dono de Jornal não é bandido.




            Eu tive um professor na faculdade, no curso de Direito, que é Juiz-Togado, e determinada vez ele me falou: “você não parece o que falam de você: arrogante e prepotente”. Eu humildemente retruquei: “Professor!, eu não sou um vendedor de redes, como Mário Calixto, que montou um Jornal, eu sou um profissional do jornalismo e que sou dono de jornal”. Por fim, após as pessoas conhecerem com maior proximidade os donos de jornais, vão percebendo que nem todos são bandidos.
            Entretanto, o vendedor de móveis, Mário Calixto, conseguiu a façanha de inserir a insígnia depreciativa generalizada a todos os empresários de comunicação, pelo qual: “ninguém presta”; já que ficou provado que o bandido é ele mesmo. No entanto, os donos de jornais, tem o ímpeto empreendedor como qualquer outro empresário, mas, isto não quer dizer que o uso de seu veiculo de comunicação seja utilizado para a bandidagem. Foi o que Calixto fez nos últimos trinta anos, uma versão tupiniquim de o maior achacador do Brasil, o jornalista Assis Chateuaubriand, empresário que chegou a ser dono de quase 300 jornais no Brasil e que conseguiu achacar até um cargo de Senador pelo estado da Paraíba.
            Calixto também fez o mesmo, apoiou o Senador Amir Lando com seu jornal OEstadão do Norte, e, em troca, assumiu o cargo por algum tempo, para se livrar de alguns processos judiciais; Calixto está envolvido em diversos crimes, dentre eles o envolvimento na morte do ex-senador Olavo Pires. Seu Jornal OEstadão foi responsável pela saída compulsória de um conselheiro do Tribunal de Contas de Rondônia (Não divulgarei seu nome para não prejudicá-lo) e todos os tipos de achaques Calixto cometeu junto a administração pública, em detrimento as licitações direcionadas.
            Eu mesmo já fui vitima dele e do seu Jornal OEstadão, quando nossos negócios colidiram, entretanto, o antidoto que neutraliza o veneno da cobra é fabricado com seu próprio veneno; foi o que eu fiz, como dono de jornal, devolvi na mesma moeda as matérias me imputadas falsamente e o estampei na capa do octogenário Oguaporé as verdades sobre Calixto, foi ai que ele sentiu o peso de um jornal com maior credibilidade que o dele. De forma, que, chegou um tempo de tanto o termo “dono de Jornal” ficar depreciativo, por causa de Calixto, que eu e mais uns amigos, não falávamos que éramos donos de jornais em eventos e convenções. “Porque dava vergonha”.
            Por fim, a Justiça está sendo feita, e provando que a Lei é para todos, ninguém está acima da lei, a queda do Jornal OEstadão do Norte e de Mário Calixto é uma prova para os novos jornalistas que estão saindo das faculdades agora saberem: “O Crime não compensa”. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário