sábado, 25 de julho de 2015

Nem tudo é corrupção; paradigma de estado pobre leva a suspeição.



            A corrupção está inserida no seio da história da humanidade desde os primórdios; embora, se acompanhe os fatos históricos e deles se retire a prática filosófica que o corrupto sempre será punido por suas atitudes; a corrupção mais famosa que universalmente é relatada há dois mil anos, cuida-se da traição de o discípulo Judas para com seu superior, Jesus, acarretando o enforcamento do corrupto por sua livre iniciativa, após tal ato corruptivo ser condenado pela sociedade da qual o criminoso fazia parte.
            Desde então, Judas é sinônimo para todos aqueles que praticam traições e atos delituosos, lhes postando a insígnia depreciativa. Pois bem! Com base neste fato famoso sempre existirá um corruptor, aquele pelo qual se origina o ato criminoso; é aquele que inicia a corrupção: O financiador! Sem este, não haveria corrupção, já que a prática é o lucro fácil, grande, sem muito trabalho. Ora! Se há mais de dois mil anos há corrupção e tal crime é estendido a todos os países e a todos os povos, o que fazer para exterminar este mal?
            Parte-se do principio educacional os primeiros sintomas corruptivos para se galgar fatos maiores; em casa, a mãe e o pai condicionam representativamente o amor aos filhos através de presentes, fatos materiais, que externam a grande paixão que tal energia filantrópica possui; assim, o individuo assemelham tal objeto pelo nível de receptividade que a sociedade lhe proporciona; ou seja, o quanto mais ele é aceito, mais tem que receber por isto. O tempo passa, as coisas ficam difíceis junto às adversidades vivenciais, das quais, com muito esforço o individuo se sobressai e em um emprego devidamente bem remunerado passa a condicionar tal recurso financeiro ao amor lhe externado pela sociedade.
            Aqueles que não conseguem se sobressair com sucesso junto às adversidades da vida; acreditam subjetivamente que a sociedade é obrigada a lhe “presentear”, já que sempre teve tudo muito fácil e assim, acredita-se que sempre o será. Na negativa, parte-se para corrupção, de maneira, que também há o condicionamento a atrelar o bem material a um simples esforço amigável, mesmo reprovável pelos bons costumes da sociedade. No mais, fecha-se taxativamente o jargão popular; “costume de casa vai à rua”.
            Neste enfoque, vão se passar anos, para que novos métodos educacionais consigam enraizar nas crianças a prática do ser justo; pelos quais, a criança receba algo através dos seus esforços; a criança recebe amor, sem condiciona-lo a um bem material; a criança cresça envolto a educação social, moral e filosófica relativos aos ditames legais orquestrados pela sociedade justa e correta. Só assim, em um espaço de os próximos 50 anos, haveremos em ter melhores gestores éticos provenientes de famílias que os treinaram para o sucesso justo.
            De fato, aos demais, o peso da lei. Verdadeiramente só os analfabetos jurídicos cometem atos criminosos atualmente no Brasil; haja vista, que o Brasil faz parte de acordos internacionais que o coloca na vanguarda dos caças a corruptos. A começar pelo sistema financeiro brasileiro, do qual, a partir de R$ 5 mil depositados em conta bancária automaticamente o Banco Central é acionado e por sua vez a Receita Federal, que cruza os dados, automaticamente, com a declaração de Imposto de Renda do individuo e o coloca no sistema de alerta máximo.
            Além disto, qualquer bem material comprado, em valor significante, com o CPF, de o comprador ou de “laranja”, é devidamente rastreado; além disto, algumas palavras externadas publicamente em redes sociais ou “telefones” relacionadas a fatos criminosos como: Esquema, jeitinho, comissão... dentre outras, são rastreados pelo sistema de inteligência do governo, pelo qual, acionam o rito competente para investigação. Nisto, só os imbecis praticam corrupção nos dias atuais. Mas, e os que são ricos? É proibido ser rico no Brasil e em Rondônia?
            A própria policia e o Ministério Público brasileiros são doutrinados por paradigmas existenciais, dos quais, denotam que aqueles indivíduos que tem dinheiro, só galgaram tal posto, por atos corruptos que os deixaram em patamares diferentes na sociedade; sendo assim, eis de ser investigado! No final, provado a inocência do individuo fica a mancha de um dia ter sido investigado por corrupção; atos utilizados por inimigos deste individuo em guerras mercadológicas; mesmo porque ao final das investigações a policia e o MP não tem costumes em pedir desculpas ao individuo investigado indevidamente.
            Existem no Brasil os novos ricos; pessoas que compram carros da Ferrari, como este Jornalista compra um quilo de banana na feira; pessoas que apostaram em um filão comercial e ganharam milhões. Micro-empresários que com a ajuda tributária do erário conquistaram imunidade de seus impostos e investiram em segmentos que lhes garantiram milhões. Empreendedores arrojados que além de pagar impostos dignamente compram aviões, fazendas e publicam fotos com mulheres bonitas nas redes sociais; Estes são os novos ricos, e tenham certeza que são investigados pelos órgãos brasileiros competentes, dos quais só se utilizam de a simples desconfiança, por seu paradigma.
            No novo Brasil, eis de separar o joio do trigo. Valorizar os empresários que se tornaram ricos e podem viver a vida como bem entender; o erário tem que se acostumar que existem conglomerados empresariais superiores ao seu poderio e que jogam no mercado diariamente milhões de reais ofertando oportunidade digna a todos. Há, também os parasitas que teimam em ganhar dinheiro fácil através de suas corrupções e ás custas dos impostos de trabalhadores; para estes a força da lei. Resta salientar: respeite os novos ricos, dos quais merecem estar aonde estão, sujeitem os infratores aos rigores da lei, pois assim tem que ser... 

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