A corrupção está inserida no seio da
história da humanidade desde os primórdios; embora, se acompanhe os fatos
históricos e deles se retire a prática filosófica que o corrupto sempre será
punido por suas atitudes; a corrupção mais famosa que universalmente é relatada
há dois mil anos, cuida-se da traição de o discípulo Judas para com seu
superior, Jesus, acarretando o enforcamento do corrupto por sua livre
iniciativa, após tal ato corruptivo ser condenado pela sociedade da qual o
criminoso fazia parte.
Desde então, Judas é sinônimo para
todos aqueles que praticam traições e atos delituosos, lhes postando a insígnia
depreciativa. Pois bem! Com base neste fato famoso sempre existirá um
corruptor, aquele pelo qual se origina o ato criminoso; é aquele que inicia a
corrupção: O financiador! Sem este, não haveria corrupção, já que a prática é o
lucro fácil, grande, sem muito trabalho. Ora! Se há mais de dois mil anos há
corrupção e tal crime é estendido a todos os países e a todos os povos, o que
fazer para exterminar este mal?
Parte-se do principio educacional os
primeiros sintomas corruptivos para se galgar fatos maiores; em casa, a mãe e o
pai condicionam representativamente o amor aos filhos através de presentes,
fatos materiais, que externam a grande paixão que tal energia filantrópica possui;
assim, o individuo assemelham tal objeto pelo nível de receptividade que a
sociedade lhe proporciona; ou seja, o quanto mais ele é aceito, mais tem que
receber por isto. O tempo passa, as coisas ficam difíceis junto às adversidades
vivenciais, das quais, com muito esforço o individuo se sobressai e em um
emprego devidamente bem remunerado passa a condicionar tal recurso financeiro
ao amor lhe externado pela sociedade.
Aqueles que não conseguem se
sobressair com sucesso junto às adversidades da vida; acreditam subjetivamente
que a sociedade é obrigada a lhe “presentear”, já que sempre teve tudo muito fácil
e assim, acredita-se que sempre o será. Na negativa, parte-se para corrupção,
de maneira, que também há o condicionamento a atrelar o bem material a um simples
esforço amigável, mesmo reprovável pelos bons costumes da sociedade. No mais,
fecha-se taxativamente o jargão popular; “costume de casa vai à rua”.
Neste enfoque, vão se passar anos,
para que novos métodos educacionais consigam enraizar nas crianças a prática do
ser justo; pelos quais, a criança receba algo através dos seus esforços; a
criança recebe amor, sem condiciona-lo a um bem material; a criança cresça
envolto a educação social, moral e filosófica relativos aos ditames legais
orquestrados pela sociedade justa e correta. Só assim, em um espaço de os
próximos 50 anos, haveremos em ter melhores gestores éticos provenientes de famílias
que os treinaram para o sucesso justo.
De fato, aos demais, o peso da lei. Verdadeiramente
só os analfabetos jurídicos cometem atos criminosos atualmente no Brasil; haja
vista, que o Brasil faz parte de acordos internacionais que o coloca na
vanguarda dos caças a corruptos. A começar pelo sistema financeiro brasileiro,
do qual, a partir de R$ 5 mil depositados em conta bancária automaticamente o
Banco Central é acionado e por sua vez a Receita Federal, que cruza os dados,
automaticamente, com a declaração de Imposto de Renda do individuo e o coloca
no sistema de alerta máximo.
Além disto, qualquer bem material
comprado, em valor significante, com o CPF, de o comprador ou de “laranja”, é
devidamente rastreado; além disto, algumas palavras externadas publicamente em
redes sociais ou “telefones” relacionadas a fatos criminosos como: Esquema,
jeitinho, comissão... dentre outras, são rastreados pelo sistema de inteligência
do governo, pelo qual, acionam o rito competente para investigação. Nisto, só
os imbecis praticam corrupção nos dias atuais. Mas, e os que são ricos? É proibido
ser rico no Brasil e em Rondônia?
A própria policia e o Ministério
Público brasileiros são doutrinados por paradigmas existenciais, dos quais, denotam
que aqueles indivíduos que tem dinheiro, só galgaram tal posto, por atos
corruptos que os deixaram em patamares diferentes na sociedade; sendo assim,
eis de ser investigado! No final, provado a inocência do individuo fica a
mancha de um dia ter sido investigado por corrupção; atos utilizados por
inimigos deste individuo em guerras mercadológicas; mesmo porque ao final das
investigações a policia e o MP não tem costumes em pedir desculpas ao individuo
investigado indevidamente.
Existem no Brasil os novos ricos;
pessoas que compram carros da Ferrari, como este Jornalista compra um quilo de
banana na feira; pessoas que apostaram em um filão comercial e ganharam
milhões. Micro-empresários que com a ajuda tributária do erário conquistaram
imunidade de seus impostos e investiram em segmentos que lhes garantiram
milhões. Empreendedores arrojados que além de pagar impostos dignamente compram
aviões, fazendas e publicam fotos com mulheres bonitas nas redes sociais; Estes
são os novos ricos, e tenham certeza que são investigados pelos órgãos brasileiros
competentes, dos quais só se utilizam de a simples desconfiança, por seu
paradigma.
No novo Brasil, eis de separar o
joio do trigo. Valorizar os empresários que se tornaram ricos e podem viver a
vida como bem entender; o erário tem que se acostumar que existem conglomerados
empresariais superiores ao seu poderio e que jogam no mercado diariamente milhões
de reais ofertando oportunidade digna a todos. Há, também os parasitas que
teimam em ganhar dinheiro fácil através de suas corrupções e ás custas dos
impostos de trabalhadores; para estes a força da lei. Resta salientar: respeite
os novos ricos, dos quais merecem estar aonde estão, sujeitem os infratores aos
rigores da lei, pois assim tem que ser...

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