Os assuntos discutidos nesta coluna jornalística
refletem o pensamento uníssono daqueles que se conectam aos nossos ideais a
partir da nossa página no facebook
e a partir de então fundamentam seus anseios, desejos e preocupações, como é o
caso do tópico “desemprego” em Porto Velho-RO, que preocupa os diversos
leitores. Neste quesito a coluna
já se estendeu neste assunto em artigos anteriores,
no entanto, a problemática ainda é uma constante.
Não precisa ser matemático, com
especialização em estatística para constatar que o desemprego é preocupante na
capital de Rondônia, basta passar na frente da Caixa Econômica na Avenida
Carlos Gomes, centro, e ver a fila dos desempregados sacando o seguro-desemprego
e o FGTS, também basta dar uma voltinha pelas agências que oferecem empregos, a
exemplo da Prefeitura e o órgão do governo estadual, respectivamente na av.
Presidente Dutra e Paulo Leal; portanto, em detrimento as filas que se formam
nestas agências denotam o índice de desemprego que se encontra na capital.
Mas, tal desgraça já era previsível a
partir do momento da finalização das obras das hidrelétricas Santo Antônio e
Jirau, razão pela qual, faltou dinamismo aos gestores públicos para visualizar
novas frentes de trabalhos para os desempregados destas faraônicas construções;
por outro lado, faltam também perspicácias dos gestores do erário para abrir
novos postos de trabalhos, seja em qualquer segmento mercadológico; e não
precisa ser um expert em economia, basta ter uma simples sensibilidade para
antever a sazonalidade econômica regional.
Fecha-se o assunto afirmando que
Rondônia precisa abrir novos mercados para abrir novas frentes de trabalhos;
sabe-se que a cana-de-açúcar brasileira é o petróleo internacional e dela além
de se extrair o álcool automotivo se extrai agora plásticos usados em pneus de
carros; sabe-se que a energia solar e renováveis são os mercados em ascensão;
sabe-se o turismo ecológico atrai milhões de pessoas para os estados que contém
tal atratividade, a exemplo de Rondônia; sabe-se que os eventos culturais
atraem várias pessoas... enfim, basta um pouco de gerenciamento profissional,
para antever as intempéries do futuro e confronta-los
com inteligência.

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