O
Brasil vive um momento crucial em relação ao seu quadro de violência. O país já
é a quarta maior população carcerária do mundo (607700presos) ficando atrás da
Rússia (603700 presos), China (1,6 milhão presos) e Estados Unidos (2,2 milhões
de presos) e com base na estatística governamental, até o ano de 2075 para cada
10 brasileiros, 01 estará atrás das grades. Com estes dados, torna-se
imperativo que o Governo tome medidas drásticas para que este número diminua,
ou, faça com que esta população torne-se produtiva e sustentável.
Juízes de todo o Brasil, que operam as
varas de Execuções Penais, tomam iniciativas inéditas para que esta população
carcerária não fique ociosa; inclusive, a prática da leitura de um livro, reduz
em um dia de pena; trabalhos e estudos também reduz um dia de pena, a cada três
dias de labuta. Já há no Brasil quatro presídios terceirizados a parceria
privada e o que vem dando muito certo; tais conglomerados carcerários contam
com celas humanitárias, escolas internas e o trabalho inerente à especialização
do preso, que além de salário, reduz a sua pena (3dias por 01 dia) e o que é
melhor, a profissionalização daquele que se utilizava a bandidagem como oficio,
Porquanto, há uma parcela desta
população carcerária que é irremediável, incurável e sem futuro algum; e para
estes, ou prisão perpetua ou a pena de morte; é o que defende este Jornalista
que também é operador do Direito, que neste momento escreve estas mal traçadas
linhas. Pois bem, os Estados Unidos da América e China, países que ostentam as
maiores populações carcerárias mantém a pena de morte em seus estados, e, não
só serve como ação exemplificativa a outrem, como serve para a diminuição
carcerária em detrimento a desocupação do ambiente prisional com a morte do
prisioneiro.
Obviamente, que tal penalização de
morte serve-se tão somente para crimes bárbaros, hediondos e com extrema
violência análoga a extinto animalesco; neste enfoque, há de ser extremamente
frio ao discernir o tema em tela, haja vista, que são seres humanos
imprestáveis para viver em sociedade, são seres humanos com personalidades
extremamente violentas e sempre voltadas ao crime; ademais, conta-se a estes
dados o sofrimento das famílias que sobrevivem as barbáries destes indivíduos;
são mulheres estupradas, pais de famílias mortos, drogas pesadas despejadas no
ventre da família gerando transtornos de convivência, enfim, a morte é essencialmente
o encontro com a paz de tal bandido, e o encontro com seu débito cármico
espiritual, na oportunidade que
resultará essencialmente na paz da sociedade com menos um a lhe perturbar...

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