terça-feira, 28 de julho de 2015

Bandido bom, é bandido morto!



            O Brasil vive um momento crucial em relação ao seu quadro de violência. O país já é a quarta maior população carcerária do mundo (607700presos) ficando atrás da Rússia (603700 presos), China (1,6 milhão presos) e Estados Unidos (2,2 milhões de presos) e com base na estatística governamental, até o ano de 2075 para cada 10 brasileiros, 01 estará atrás das grades. Com estes dados, torna-se imperativo que o Governo tome medidas drásticas para que este número diminua, ou, faça com que esta população torne-se produtiva e sustentável.
            Juízes de todo o Brasil, que operam as varas de Execuções Penais, tomam iniciativas inéditas para que esta população carcerária não fique ociosa; inclusive, a prática da leitura de um livro, reduz em um dia de pena; trabalhos e estudos também reduz um dia de pena, a cada três dias de labuta. Já há no Brasil quatro presídios terceirizados a parceria privada e o que vem dando muito certo; tais conglomerados carcerários contam com celas humanitárias, escolas internas e o trabalho inerente à especialização do preso, que além de salário, reduz a sua pena (3dias por 01 dia) e o que é melhor, a profissionalização daquele que se utilizava a bandidagem como oficio,
            Porquanto, há uma parcela desta população carcerária que é irremediável, incurável e sem futuro algum; e para estes, ou prisão perpetua ou a pena de morte; é o que defende este Jornalista que também é operador do Direito, que neste momento escreve estas mal traçadas linhas. Pois bem, os Estados Unidos da América e China, países que ostentam as maiores populações carcerárias mantém a pena de morte em seus estados, e, não só serve como ação exemplificativa a outrem, como serve para a diminuição carcerária em detrimento a desocupação do ambiente prisional com a morte do prisioneiro.
            Obviamente, que tal penalização de morte serve-se tão somente para crimes bárbaros, hediondos e com extrema violência análoga a extinto animalesco; neste enfoque, há de ser extremamente frio ao discernir o tema em tela, haja vista, que são seres humanos imprestáveis para viver em sociedade, são seres humanos com personalidades extremamente violentas e sempre voltadas ao crime; ademais, conta-se a estes dados o sofrimento das famílias que sobrevivem as barbáries destes indivíduos; são mulheres estupradas, pais de famílias mortos, drogas pesadas despejadas no ventre da família gerando transtornos de convivência, enfim, a morte é essencialmente o encontro com a paz de tal bandido, e o encontro com seu débito cármico espiritual,  na oportunidade que resultará essencialmente na paz da sociedade com menos um a lhe perturbar...       

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