sábado, 18 de julho de 2015

Corrupção para o Brasil e seus três poderes.


            O Brasil vive atualmente uma crise sem precedentes, onde os três poderes, Legislativo, Executivo e Judiciário se envolvem em matérias polêmicas, das quais, seria mais inteligente discuti-las em segredo de justiça; cuida-se da operação “Lava-Jato”, orquestrada pela Polícia Federal e alicerçada por denúncias do MPF (Ministério Público Federal) das quais engendram toda a estrutura do governo federal envolto a corrupção da maior empresa do Brasil, a Petrobrás.  
            Até ai, a Justiça está certa, punir aqueles que se achavam inatingíveis pela Lei, fato que não pode acontecer, é tomar a matéria em tela como foco para paralisar o país. O Judiciário, através de seu poder máximo, o STF, ou CNJ, deve decretar o segredo de Justiça nos processos que envolvem a “Lava-Jato”, pois, tal procedimento está caminhando para o lado político e para isto a coisa ficará bagunçada; pois, sai da seara de atos punitivos e entra na briga do quanto pior melhor.
            Ademais, a “Lava-Jato” está atirando para todos os lados, da qual, com suas provas robustas dão fundamentações para o judiciário decretar buscas e apreensões e prisões que são combustíveis para a mídia instigar os três poderes, e nisto, o tiro está saindo pela culatra. Neste pensamento, vem ai, a CPI no congresso do BNDES, dirimida pela insatisfação do presidente da câmara federal, Eduardo Cunha-PMDB-RJ, a partir do qual envolve recursos que sustentaram toda esta operação da “Lava-Jato”, pois saiu deste banco recursos que apoiaram as ações das respectivas empresas investigadas por corrupção.

            No mais, tal investigação também está sendo usada nos bastidores como forma de achaque e intimidação entre os poderes, dos quais ensejam, reajuste de 78% aos funcionários do Judiciário, reeleição do procurador-federal Janot, indicações do TCU, STF e conselho da Petrobrás pelo executivo e choque de interesses mercantis entre legislativo e executivo, portanto, sendo assim, atinge-se diretamente a gerencia do Brasil; pois os três poderes deixam de movimentar suas diretrizes, para ações viáveis ao gerenciamento do país, e, se ocupam em apenas uma ação processual de um juiz de primeira instância. Fato é, que assuntos como previdência, ajuste fiscal e desenvolvimento estrutural do Brasil estão parados e com isto quase 200 milhões de pessoas também param, esperando que seus gestores trabalhem de fato e de direito. 

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