O Brasil vive atualmente uma crise
sem precedentes, onde os três poderes, Legislativo, Executivo e Judiciário se
envolvem em matérias polêmicas, das quais, seria mais inteligente discuti-las
em segredo de justiça; cuida-se da operação “Lava-Jato”, orquestrada pela
Polícia Federal e alicerçada por denúncias do MPF (Ministério Público Federal)
das quais engendram toda a estrutura do governo federal envolto a corrupção da
maior empresa do Brasil, a Petrobrás.
Até ai, a Justiça está certa, punir
aqueles que se achavam inatingíveis pela Lei, fato que não pode acontecer, é
tomar a matéria em tela como foco para paralisar o país. O Judiciário, através
de seu poder máximo, o STF, ou CNJ, deve decretar o segredo de Justiça nos
processos que envolvem a “Lava-Jato”, pois, tal procedimento está caminhando
para o lado político e para isto a coisa ficará bagunçada; pois, sai da seara
de atos punitivos e entra na briga do quanto pior melhor.
Ademais, a “Lava-Jato” está atirando
para todos os lados, da qual, com suas provas robustas dão fundamentações para
o judiciário decretar buscas e apreensões e prisões que são combustíveis para a
mídia instigar os três poderes, e nisto, o tiro está saindo pela culatra. Neste
pensamento, vem ai, a CPI no congresso do BNDES, dirimida pela insatisfação do
presidente da câmara federal, Eduardo Cunha-PMDB-RJ, a partir do qual envolve
recursos que sustentaram toda esta operação da “Lava-Jato”, pois saiu deste
banco recursos que apoiaram as ações das respectivas empresas investigadas por
corrupção.
No mais, tal investigação também
está sendo usada nos bastidores como forma de achaque e intimidação entre os
poderes, dos quais ensejam, reajuste de 78% aos funcionários do Judiciário,
reeleição do procurador-federal Janot, indicações do TCU, STF e conselho da
Petrobrás pelo executivo e choque de interesses mercantis entre legislativo e
executivo, portanto, sendo assim, atinge-se diretamente a gerencia do Brasil;
pois os três poderes deixam de movimentar suas diretrizes, para ações viáveis ao
gerenciamento do país, e, se ocupam em apenas uma ação processual de um juiz de
primeira instância. Fato é, que assuntos como previdência, ajuste fiscal e
desenvolvimento estrutural do Brasil estão parados e com isto quase 200 milhões
de pessoas também param, esperando que seus gestores trabalhem de fato e de
direito.

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