O governo brasileiro apresenta à população
índices sobre a balança comercial mostrando algo que não condiz com a realidade
fática, ou seja, o superávit, quando esse se apresenta, não se faz real do ponto
de vista do desenvolvimento econômico, pois, a Brasil exporta insumos e importa
tecnologia, tal como se dá desde a época colonial.
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......Por exemplo, segundo os dados governamentais, o Brasil recebeu mais dividendos em exportação a que as importações, no entanto, exportou-se muitos alimentos e matéria-prima, gerando muitas divisas, contudo, importou muitas máquinas e produtos domésticos acabados.
.....De
certa forma, isso é muito bom ao país, mas, por outro lado, segundo a Protec
(Sociedade Brasileira Pró-Tecnologia), o Brasil está, nessa temática, deixando
de criar e exportar produtos e serviços nacionais. Segundo essa entidade, não há
como se ter um verdadeiro desenvolvimento, isso em todos os sentidos, vendendo
somente produtos básicos como, por exemplo, o açúcar, a soja, a laranja,
minérios etc. e, em contrapartida, comprar produtos eletrônicos portáteis e
maquinário para as indústrias, importando assim, por conseguinte, prestações de
serviços nesse sentido.
.....Olhando sob essa perspectiva, temos, no Brasil, um
déficit que, no ano de 2001 chegou a 23 bilhões de dólares em relação ao que se
produziu aqui e ao que se importou.
.....Essa
descomunal discrepância é o fator medidor da debilidade cultural e financeira da
sociedade brasileira nos dias atuais. Em um país onde há mais de 200 milhões de
habitantes, importar tecnologia a troco de alimentos e insumos industriais é
suicídio, sem sombra de dúvidas.
.....O
dinheiro que se poderia investir em educação e pesquisas são gastos para
importar os produtos acabados no exterior, mantendo assim o Brasil, com sua
balança “equilibrada” entre importação e exportação, no cenário político e
econômico como um Estado emergente e posto a tomar dinheiro como bom pagador,
pois em sua balança comercial há superávit, ou seja, lastro.
.....Todavia, a realidade se dá por outros olhos. O Brasil
não é um país rico, mas um país de poucos ricos...
.....Nos
dias atuais, um Estado não pode viver apenas de alimentos. Deve criar tecnologia
e comercializá-la e, em principal, gerar educação para tal, sabendo-se o tamanho
de sua população.
.....Para
elucidar a idéia, segue abaixo um bom exemplo da balança comercial brasileira no
ano de 2001, observada sob a ótica supra exposta:
.....Saldo
oficial da balança comercial.....Lucro de US$ 5,03 bilhões.
.....Saldo da balança comercial observando somente o comercio de produtos e tecnologia .....Prejuízo de US$ 7,76 bilhões.
.....Há
muito a ser feito...
(Artigo redigido no anonimato por um Filosofo)
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Superávit ou déficit?
segunda-feira, 17 de junho de 2013
.POP:.....Qual o valor da nostalgia individual?
.....É por conta do Pop que as pessoas se resguardam do que outrora foram, ou seja, concentram todos os seus anseios e desejos de uma época vivida há tempos cujas emoções dadas são representadas por objetos relacionados com ídolos da música, cinema, histórias em quadrinhos etc. | |
.....Em todas as coisa materiais que se fizeram presentes no tempo em que a pessoa sentiu uma forte emoção, ou que marcou uma fase da própria vida que se tem todo um resguardo nostálgico e particular, que só tem valor mensurado à pessoa que nesse ou naquele objeto se identifica, enquanto para outros, não passa de objeto antigo. .....É nesse sentido que as casas de leilões lucram milhões e milhões em dinheiro vivo, pois, é esse o sistema que recolhe os objetos não mais representativos para uns (seja por um motivo ou outro, como por exemplo, mudança de filosofia de vida e ou necessidade de dinheiro rápido) e os repassam para outros que ainda não mudaram suas concepções de vida e nem menos precisam de dinheiro, pelo contrário, no ultimo caso, se paga o que se pedir.
.....Mas quanto vale a nostalgia?
.....Assim sendo, nessa perspectiva, pode-se dizer que o Pop não é coisa descartável. Foi desde vinte anos atrás que a prática de colecionar souvenires Pops trouxe ao mercado o valor da individualidade psicológica das pessoas em relação ao que foram em determinado tempo de suas próprias vidas. Hoje o mercado dita o preço da nostalgia, no entanto, nada ainda muda em relação à temática que, aos olhos dos psicólogos, passou a ser um mercado que mede a interatividade da pessoa em seu meio ambiente social refletido no novo mundo consumista. É nesse novo mundo consumista que as pessoas transferem seus anseios e desejos e os refletem em algo que está em evidência social de época, ou seja, em algo que a indústria do consumo criou para angariar rios de dinheiros e que, por conseguinte, acabou em criar um escape psicológico para as pessoas então fugirem de suas realidades, se auto transportando para o mundo dado pelo Pop.
.....Esses souvenires são objetos que fizeram parte de filmes, que foram partes ou coisas coadjuvantes para criação de obras de artes, livros, discos etc., que pertenceram a tal e tal artista, político, cientista etc., no entanto, não estão à venda do modo convencional, mas em mãos de pessoas que os possuem e neles guardam sua representação nostálgica do que um dia foi ou sentiu em si mesma de tal forma que a marcou e faz carregar consigo, no decurso do tempo, o que só revive idolatrando tal souvenir. Todavia, como dito, essas pessoas podem mudar suas concepções de vida e ou necessitar (por um motivo ou outro) de dinheiro e é nesses souvenires que o valor é dado porque, tal como é uma relíquia para o dono, é uma relíquia para outra pessoa qualquer que tenha tido, em época do dito souvenir, emoção representativa igual.
.....Mesmo assim, o próprio mercado de consumo coloca valor nesses objetos tão incalculável para aquele que o detém, mas precisa se desfazer. Por exemplo, uma pessoa que viveu no auge dos idos da década de 60 e 70 e viveu uma luta interior na procura da liberdade individual, cuja bandeira era a rebeldia jovial, consegue uma jaqueta usada por John Lennon dessa época, ou o primeiro protótipo de Yoda de Guerra nas Estrelas, ou a guitarra usada Jimi Hendrix em Woodstock etc., não dita por quanto quer vender sua parte da vida, mas aceita o que alguém mais paga e, por conseguinte, a posse de uma parte do que já foi a vida.
.....Por outro lado, há as pessoas que pagam o que se pede por uma dessas coisas, trazendo pra si um altar do passado, contudo, de uma forma ou outra, o Pop é um escape, uma fuga da realidade na qual vive. E tem seu valor pecuniário...
(Um Cavaleiro Templário)
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
O que é a felicidade em si?
Hoje, em um mundo real-social no qual vivem as pessoas, não há negar que essas estão livres dos conceitos e preconceitos que regravam a sociedade séculos atrás, no entanto, não há negar também que a questão felicidade é dada nos dias atuais, pela liberdade individual alcançada, como uma obrigação a todos, ou seja, as pessoas, nesse tempo presente, em principal aquelas do senso comum, entendem a felicidade como algo concreto e tangível. Como um objetivo obrigatório para ser “feliz”.
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.....Todavia, ninguém se dá a curiosidade de entender ou mesmo saber o que de fato é a felicidade. Seria esse conceito algo realmente concreto que pode ser alcançado e dele se tomar posse? Ou seria, em última análise, um dos fatores que levam a pessoa para viver melhor, ou seja, para um bem-estar duradouro? Nesse último caso, entende-se que a felicidade é, não um meio, mas sim um dos meios para o viver bem, o que é bem diferente de felicidade, pois, felicidade é um estado de espírito, é um conjunto de emoções positivas, mas indubitavelmente efêmeras. .....Em suma, diz-se então a felicidade ser apenas um dos componentes básicos para o bem-estar, a colocando como um meio e não como um fim, pois, felicidade é algo temporário e passageiro, sempre sendo alternada por outras emoções, tais como, a melancolia, a raiva, o amor etc. Mas, para o senso comum, tudo é resumido em duas únicas coisas “concretas” e “objetivas”, a saber: Felicidade e tristeza. .....Assim sendo, para essas pessoas, ou se está feliz concretamente, ou se está triste, também concretamente, o que não se faz verídico, pois, quem um dia, em meio à tristeza vívida não recebeu uma notícia, ou uma visita etc., que a transformou em uma pessoa feliz - de ora a outra? .....Viver bem não é a mesma coisa que ser feliz, no entanto, não há como viver bem se a pessoa não está feliz. .....É preciso que as pessoas entendam a necessidade de compreender a felicidade para que realmente sejam felizes e, por meio da relativização de suas emoções positivas e negativas, buscar o bem-estar como fim, cuja felicidade, sem sombra de dúvidas, é um requisito imprescindível, no entanto, um dos requisitos, nada mais. .....Aristóteles já dizia, em seu tempo, ser a felicidade o fim último, no entanto, explicava a felicidade não como as reações emocionais positivas, mas sim a conduta virtuosa, sendo essa conduta específica a cada pessoa em si, pois, Aristóteles já havia entendido que cada pessoa tem seu humor e potência particular, sendo então a virtude uma coisa específica, mas diferente a cada pessoa. .....Outros nomes importantes na história da filosofia, psicologia e sociologia deram seus pareceres sobre a questão, colocando sempre a felicidade como um componente para um “viver feliz”, dando-lhes claras diferenças. Jefferson alegava a felicidade ser um direito para se ter um viver melhor quando propôs suas idéias na Declaração de Independência Americana; Tocqueville defendia a felicidade ser uma das coisas buscadas para um fim maior, mas que, no entanto, deveria essa ser controlada para que os desejos imediatos não impossibilitassem atingir o bem maior - entre outros e mais exemplos. .....Hoje, na sociedade moderna, por conta das idéias do Iluminismo, a felicidade se tornou algo material que deveria ser alcançado a qualquer custo, desconsiderando outros fatores, como controle das emoções positiva e negativas, engajamento, relacionamentos sociais e afetivos, propósito e realização. .....Então ser “feliz” (viver o bem-estar) seria estar o mais feliz possível; o mais possível engajado no que faz; controlar o máximo possível as emoções; observar e respeitar, em todos os aspectos, as diferenças nos relacionamentos sociais e afetivos; ter um propósito definido e tangível e, por último, focar no resultado final, ou seja, almejar a realização das condições anteriores. (Um Cavaleiro Templário) | |
segunda-feira, 25 de março de 2013
O sangue contém ou está contido?
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.... Na Bíblia, no livro de Levítico, se lê:
..... “A vida está no sangue.”..... Essa frase dá azo para um paradigma que remonta os tempos da civilização. Crer a vida estar literalmente no sangue não é uma fantasia, ou uma fenomenologia barata etc. só porque veio do senso comum e nesse permanece até os dias atuais.
.....O fato de, semanticamente, a frase dizer a vida estar no sangue não se faz refutável mesmo na era moderna, pois, foi nessa era que a própria ciência começou a dar indícios de ser esse paradigma um fato natural e inquestionável sob determinados aspectos orgânicos.
.....Contudo, para melhor entendimento, interessante é pensar que o homem logo percebeu que um sangramento ininterrupto causaria morte. Assim, ao longo do tempo, o homem passou a dar interpretações e simbologias diversas, no entanto, todos relacionados à questão em estar vivo ou morto.
.....Mesmo quinhentos antes de Cristo, Hipócrates já dizia ser o sangue o principal fator para a formação dos quatro humores fundamentais de todo o corpo como um organismo uno. Era o sangue que mantinha o equilíbrio, ou desequilíbrio, que se mostrava à pessoa como doença ou saúde.
.....Para alguns povos, como os antigos cambojianos, o sangramento do pulso era um ato, feito em determinadas festas religiosas, auspicioso. Era a garantia de abundância, de felicidade etc. Para os cristãos e judeus, completando os exemplos, o sangue é o elemento primordial, citado, só no livro de Levítico, mais de setenta vezes. O sinal entre a aliança de Deus com os homens foi o sangue derramando de um cordeiro. O próprio Cristo fez referência ao sangue na Última Ceia, quando disse, se referindo ao vinho em sua taça:
.....“Este é o meu sangue.”
.....Foi com base nesses pensamentos, mitos e simbologias que surgiu a sangria como um remédio, muito embora heróico, mas eficaz às doenças (de certa forma e observando o contexto) cujas causas e curas não se fazia idéia.
.....Hoje, porém, o sangue é uma coisa - mesmo que simbólica - relacionada às coisas como, por exemplo, o que é belo, nobre, evoluído... Mas, ao que mais se agregou ao sangue, isso no início da Idade Média, foi sua relação aos sentimentos, ou seja, é considerado como o veículo das paixões.
.....Por outro lado, não há negar também que o sangue representa, na vida humana, uma simbologia lingüística que desagrega ou agrega as pessoas, que as separam ou as juntam em determinados grupos. A isso, usa-se como exemplo, as famosas frases do folclore brasileiro:
.....“Eta homi de sangue ruim.”.....“Eta homi de sangue bom.”
.....Isso deixa claro que o sangue também é entendido como o portador dos traços da personalidade de uma pessoa, bem como pode ser projetada as pestes diabólicas, como por exemplo, as doenças venéreas e as contagiosas, como a lepra. Fica inegável então que o sangue pode ser o meio pelo qual são passados adiante os traços familiares, tanto como as doenças. Nesse sentido, o senso comum não está errado, em tese.
.....Por fim, o sangue passou a ser uma medida de preconceito, pois, as raças (etimologias) são medidas pelo seu sangue, ou seja, sangue negro, sangue indígena etc.
.....Tudo isso leva ao entendimento de que o senso comum, por meio de seus mitos, folclores etc., dão o norte para a sociedade e ou para uma realidade fática a qual todos dão às costas.
.....Assim sendo, e, seguindo o caminho para o qual aponta o senso comum, cientistas descobriram coisas que efetivamente se valem como realidade, ratificando toda a simbologia dada ao sangue, pois, por exemplo, da sangria à transfusão de sangue não se manteve vidas?
.....Tudo para uma só pergunta reflexiva:.....“O que está no sangue, e, o que está na mente?”.....Ou:.....“O que está na mente, está no sangue?”
(UM CAVALEIRO TEMPLÁRIO)
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
ARTIGO: Religião - aberração humana
É interessante analisar o que significou, exatamente, o 11 de
setembro para os cristãos e, junto, observar o que significou, exatamente, o 11
de julho para os mulçumanos da Bósnia.
No 11 de setembro, dia do ataque às torres gêmeas do Word Trade Center, contabilizou-se 3 mil mortes e, no 11 de julho, dia de maior ataque das tropas sérvias, no qual ocupou-se a cidade de Srebrenica na antiga Bósnia, contabilizou-se, no maior massacre desde a Segunda Guerra Mundial, mais de 8 mil mulçumanos civis assassinados em execuções sumárias a sangue frio.
.....Por um lado, no 11 de setembro, houve uma ação por parte dos mulçumanos cujo objetivo era o de causar terror e instabilidade internacional e assim conseguir coisas políticas da própria seara internacional, diminuindo o poder e influência cristã no mundo; mis precisamente o poder do Estado Americano cristão representado como o “salvador do mundo”, fazendo valer a democracia e a vontade de Deus, o que não exime o ato como cruel e desumano.
.....Por outro lado, no 11 de julho, a ação foi mais drástica por parte dos cristãos, cujo objetivo não era o de dominação e ou conquistas políticas, econômicas etc. em si. A ação do Estado novo da Bósnia era o de exterminar todos os mulçumanos de seu território, descartando inclusive a possibilidade de somente expulsá-los, e isso, também para manter a vontade de Deus.
.....Aos cristãos, hoje restam as lágrimas das vítimas do atentado do 11 de setembro. Aos mulçumanos, a angústia e revolta dos massacres iniciados em 11 de julho e que ainda perduraram por mais de 5 anos adiante, tempo em que durou o conflito e os massacres propriamente ditos.
.....Dizem, os mulçumanos, que os Estados Unidos dão o patrocínio econômico, político e militar contra os mulçumanos e, por sua vez, dizem, os cristãos, que são os países mulçumanos os meninos maus que devem, em nome de Deus, serem varridos do planeta.
.....Contudo, tanto cristãos como mulçumanos travam uma luta ideológica e econômica, inclusive longe de ser, em real, um conflito religioso, cujas ações são justificadas nos resultados aberrativos que vão contra qualquer razão humana, no entanto, escondendo o que de fato se objetiva e muito menos o que dá causa para esses conflitos.
.....Dessa forma, como poderia pensar um budista sobre tudo isso? Não deveriam esses também temer serem exterminados, tanto pelo Deus mulçumano de Maomé, como pelo Deus cristão de Jesus? E o que se diga do destino dos espíritas, induistas, xintoístas, ubandistas etc.
(Um Cavaleiro Elus Cohen)
No 11 de setembro, dia do ataque às torres gêmeas do Word Trade Center, contabilizou-se 3 mil mortes e, no 11 de julho, dia de maior ataque das tropas sérvias, no qual ocupou-se a cidade de Srebrenica na antiga Bósnia, contabilizou-se, no maior massacre desde a Segunda Guerra Mundial, mais de 8 mil mulçumanos civis assassinados em execuções sumárias a sangue frio.
.....Por um lado, no 11 de setembro, houve uma ação por parte dos mulçumanos cujo objetivo era o de causar terror e instabilidade internacional e assim conseguir coisas políticas da própria seara internacional, diminuindo o poder e influência cristã no mundo; mis precisamente o poder do Estado Americano cristão representado como o “salvador do mundo”, fazendo valer a democracia e a vontade de Deus, o que não exime o ato como cruel e desumano.
.....Por outro lado, no 11 de julho, a ação foi mais drástica por parte dos cristãos, cujo objetivo não era o de dominação e ou conquistas políticas, econômicas etc. em si. A ação do Estado novo da Bósnia era o de exterminar todos os mulçumanos de seu território, descartando inclusive a possibilidade de somente expulsá-los, e isso, também para manter a vontade de Deus.
.....Aos cristãos, hoje restam as lágrimas das vítimas do atentado do 11 de setembro. Aos mulçumanos, a angústia e revolta dos massacres iniciados em 11 de julho e que ainda perduraram por mais de 5 anos adiante, tempo em que durou o conflito e os massacres propriamente ditos.
.....Dizem, os mulçumanos, que os Estados Unidos dão o patrocínio econômico, político e militar contra os mulçumanos e, por sua vez, dizem, os cristãos, que são os países mulçumanos os meninos maus que devem, em nome de Deus, serem varridos do planeta.
.....Contudo, tanto cristãos como mulçumanos travam uma luta ideológica e econômica, inclusive longe de ser, em real, um conflito religioso, cujas ações são justificadas nos resultados aberrativos que vão contra qualquer razão humana, no entanto, escondendo o que de fato se objetiva e muito menos o que dá causa para esses conflitos.
.....Dessa forma, como poderia pensar um budista sobre tudo isso? Não deveriam esses também temer serem exterminados, tanto pelo Deus mulçumano de Maomé, como pelo Deus cristão de Jesus? E o que se diga do destino dos espíritas, induistas, xintoístas, ubandistas etc.
(Um Cavaleiro Elus Cohen)
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