terça-feira, 21 de julho de 2015

Ôxente: Remédios faltam nas UPA´s, funcionários preguiças...


                As UPA´s – Unidades de Pronto Atendimento – foram criadas em parceria com o governo federal, para que os municípios brasileiros atendessem com rapidez os casos mais graves, e, que precisam de determinadas atuações emergências médicas, aqueles em necessidades físicas provenientes de distúrbios sociais ou intrinsicamente pessoal. Até ai tudo bem! Mas na prática, a situação emergencial está voltada exclusivamente para os médicos, enfermeiros e atendentes das UPA´s que sofrem diariamente por falta de medicamentos essenciais para o atendimento eficaz de pacientes.
            Mas, segundo apurou esta coluna, a questão problemática está inserida no contexto administrativo que para o qual, carece de perfeição gerencial em detrimento ao tocante exigível; ou seja, falta uma simples dinâmica para dinamizar a licitação e a perspicácia em comprar antes os medicamentos para que não venham a faltar nas prateleiras das UPA´s... Simples Assim! Haja vista, que a lei 8666/93 que doutrina as licitações no Brasil necessita de tempo hábil para a sua conclusão, sendo assim, há que se ter inteligência gerencial o suficiente para se antecipar ao menos em três meses as compras dos necessários para a eficácia das UPA´s.

            Ôxente! Já que dinheiro não falta! Porque para a educação e a saúde no Brasil são imprescindíveis que determinado percentual do PIB – Produto Interno Bruto – lhes sejam reservados recursos, sob pena de o gestor enfrentar processos judiciais inerentes a improbidade administrativa. Mas, no entanto, a morosidade profissional também pode acometer o funcionário público em delito criminal, e o que se tipifica momentaneamente... portanto, se faltam remédios nas UPA´s a culpa é falta de gerência. Bora “Seu Prefeito”, se mexa.   

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