As UPA´s – Unidades de
Pronto Atendimento – foram criadas em parceria com o governo federal, para que
os municípios brasileiros atendessem com rapidez os casos mais graves, e, que
precisam de determinadas atuações emergências médicas, aqueles em necessidades físicas
provenientes de distúrbios sociais ou intrinsicamente pessoal. Até ai tudo bem!
Mas na prática, a situação emergencial está voltada exclusivamente para os
médicos, enfermeiros e atendentes das UPA´s que sofrem diariamente por falta de
medicamentos essenciais para o atendimento eficaz de pacientes.
Mas, segundo apurou esta coluna, a
questão problemática está inserida no contexto administrativo que para o qual,
carece de perfeição gerencial em detrimento ao tocante exigível; ou seja, falta
uma simples dinâmica para dinamizar a licitação e a perspicácia em comprar
antes os medicamentos para que não venham a faltar nas prateleiras das UPA´s...
Simples Assim! Haja vista, que a lei 8666/93 que doutrina as licitações no
Brasil necessita de tempo hábil para a sua conclusão, sendo assim, há que se
ter inteligência gerencial o suficiente para se antecipar ao menos em três meses
as compras dos necessários para a eficácia das UPA´s.
Ôxente! Já que dinheiro não falta! Porque
para a educação e a saúde no Brasil são imprescindíveis que determinado
percentual do PIB – Produto Interno Bruto – lhes sejam reservados recursos, sob
pena de o gestor enfrentar processos judiciais inerentes a improbidade
administrativa. Mas, no entanto, a morosidade profissional também pode acometer
o funcionário público em delito criminal, e o que se tipifica
momentaneamente... portanto, se faltam remédios nas UPA´s a culpa é falta de
gerência. Bora “Seu Prefeito”, se mexa.

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