Existe
uma tradição na cidade de Porto Velho-RO enraizada pelos ingleses e franceses
que vieram construir a ferrovia Madeira
Mamoré. Trata-se em reunir a família e degustar comidas típicas da região em
um café-da-manhã nos mercados tradicionais da cidade, fato inerente aos cafés populares
e seculares de Paris e Londres, onde estes mesmos costumes foram adquiridos pela
população portovelhense, deixados pelos operários estrangeiros que se
acomodaram bem com os colegas da região.
Notoriamente se degusta nestas
especiarias o cuscuz, tapioca, brôa, bodó, mungunzá, canjica, mingau, pães,
bolos e impreterivelmente o café, torrado na hora e moído pelas mãos dos que
geralmente os servem como um ritual Inca digno exclusivamente relativo à alta
autoridade, nota-se, que tal atrativo alimentar foram adicionados pelos nordestinos
que trabalharam no mercado da extração da borracha em
Rondônia.
Mas, o que é relativamente simples,
tradicional e ao mesmo tempo chique, tornou-se palco do holocausto dirimido
pelas enchentes do Rio Madeira que nos últimos anos devastou o mercado central
da cidade de Porto Velho-RO; inundando de dejetos os sonhos daqueles que
tradicionalmente curtiam e compartilhavam o sabor regional publicamente junto à
brisa do Madeirão. Entretanto,
o poder público, precisamente a Prefeitura de Porto Velho-RO, e neste diapasão,
o Governo do Estado, ainda não publicaram a sociedade medidas das quais
conterão as novas enchentes e a preservação da cultura local via a reconstrução
do mercado central... Nous allons travailler Mayor ... Nous allons travailler
gouverneur ...


Nenhum comentário:
Postar um comentário