quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Polícia Civil de Rondônia invade as escolas



             A polícia Civil de Rondônia vem executando um trabalho silencioso, mas que está fazendo um barulho danado na classe estudantil do estado, trata-se do programa “Polícia na escola”, coordenada pelo ouvidor da PC Paulo Xisto. Silencioso porque trata-se de um projeto independente coligado entre os componentes da PC que resolveram didaticamente instruir aos pequenos quanto ao principio iniciático do Direito, os direitos dos jovens e a efetividade operacional da Polícia.
            No mais, o que fica registrado é a função da PC em adotar (ao menos educacionalmente) estes jovens antes que o traficante o faça; ademais, registra-se que na PC tem excelentes professores de Direito, dentre eles Júlio Ugaldi, delegado de polícia, e, Xisto, não fica atrás, é economista, acadêmico de psicologia da UNIR e lógico, Bel. em Direito, já que este é Delegado. Nota-se que registra-se com este projeto a humanização do oficio que normalmente é taxado de violadores dos direitos humanos e esquadrão da morte.
            Excelente também denotar que tal projeto vai repercutir nas vidas destes jovens estudantes em um espaço temporal de ao menos 10 anos no futuro, embora, estes levem agora para casa resquícios didáticos do que aprendeu nestas palestras e notoriamente há de se comentá-lo também em casa, levando instrução para os familiares. A PC também insere nos pequenos estudantes a honra em servir ao estado na forma do bem, da civilidade e do social.
            Reitera-se, portanto, a excelência primordial de tal projeto, haja vista, que nasceu do interesse destas autoridades em formar novos membros para uma nova sociedade, com disciplina, coerência social e a ascensão profissional através de estudos, dos quais, só se consegue por intermédio de espelhos exemplificativos, como estes profissionais que largaram seus gabinetes e foram instruir os neófitos quanto a serem pessoas de bons costumes junto à sociedade. 

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