A polícia Civil
de Rondônia vem executando um trabalho silencioso, mas que está fazendo um
barulho danado na classe estudantil do estado, trata-se do programa “Polícia na escola”, coordenada pelo ouvidor
da PC Paulo Xisto.
Silencioso porque trata-se de um projeto independente coligado entre os
componentes da PC que resolveram didaticamente instruir aos pequenos quanto ao
principio iniciático do Direito, os direitos dos jovens e a efetividade
operacional da Polícia.
No mais, o que fica registrado é a
função da PC em adotar (ao menos educacionalmente) estes jovens antes que o
traficante o faça; ademais, registra-se que na PC tem excelentes professores de
Direito, dentre eles Júlio Ugaldi, delegado de polícia, e, Xisto, não fica
atrás, é economista, acadêmico de psicologia da UNIR e lógico, Bel. em Direito,
já que este é Delegado. Nota-se que registra-se com este projeto a humanização
do oficio que normalmente é taxado de violadores dos direitos humanos e
esquadrão da morte.
Excelente também denotar que tal
projeto vai repercutir nas vidas destes jovens estudantes em um espaço temporal
de ao menos 10 anos no futuro, embora, estes levem agora para casa resquícios didáticos
do que aprendeu nestas palestras e notoriamente há de se comentá-lo também em
casa, levando instrução para os familiares. A PC também insere nos pequenos
estudantes a honra em servir ao estado na forma do bem, da civilidade e do
social.
Reitera-se, portanto, a excelência primordial
de tal projeto, haja vista, que nasceu do interesse destas autoridades em
formar novos membros para uma nova sociedade, com disciplina, coerência social
e a ascensão profissional através de estudos, dos quais, só se consegue por intermédio
de espelhos exemplificativos, como estes profissionais que largaram seus
gabinetes e foram instruir os neófitos quanto a serem pessoas de bons costumes
junto à sociedade.

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