Os EUA e a Europa e o Japão já se
conscientizaram que “fazer o bem, faz bem”; já é típico dos moradores destes
países reservarem um dia da semana, normalmente o sábado ou domingo, para que
possam efetuar atos voluntários,
independentes ou ligados às ONG´s
e através destes atos benéficos solidificam na sociedade dias melhores para
aqueles que precisam e necessitam de ajuda de outrem. A ciência relata que
estes atos voluntários também fazem um bem danado para os praticantes, já que
melhoram a saúde física e mental, inclusive anulando a ansiedade e depressão.
No Brasil, e consequentemente em
Rondônia, temos diversas Organizações Não Governamentais que operam para o bem
das pessoas, umas ligadas ao meio ambiente, outras ligadas à medicina, no
entanto, são as ligadas às religiões com mais tenacidades operacionais, a
exemplo dos espiritas
que tem em sua máxima a prática da caridade como filosofia sacerdotal das suas encíclicas. Mas,
também, tem as ONG´s ligadas aos políticos, direta ou indiretamente, das quais
servem tão somente para amarrar os eleitores e em troca terem os seus votos em
pleitos vindouros; para estas a força da lei!
Os rondonienses são os brasileiros
mais fraternos que existem; tão logo acontece um desastre e estes se agrupam e
conseguem roupas, água, mantimentos e um tanto de “merreca” dos poucos que tem;
casas de madeira quando pegam fogo, os portovelhenses se unem em doações e logo
o barraco está de pé novamente; é fato! Nas enchentes outrora que invadiram a
capital rondoniense, lá estavam as “barraqueiras”, maltrapilhas, esbravejando,
porém, ajudando aos patrícios em seus suplícios.
Eis que está é a fiel presença
divina da prática universal da religiosidade: a caridade, e, aproveitando o
espaço, indaga-se ao nobre Leitor: você pratica a caridade?

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