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A família brasileira é extremamente
religiosa. Ainda é tradição, antes da reunião familiar dominical, a ida a
igreja para congratular-se as esferas espirituais. Neste interim, há uma
meditação filosófica inerente ao tema debatido do dia, através do qual, é a
mensagem orada pelo líder espiritual que vai doutrinar toda a linha reta de
pensamento que definirá a trajetória cívica do fiel na semana vindoura.
Ademais, a família, de posse da
comunhão uníssona de pensamento da sua egrégora religiosa, galgará patamares de
harmonia e equilíbrio, que também regerá sua conduta profissional e moral. A Religião ainda é a fórmula
perfeita para o individuo regular seus caminhos cívicos e morais de formas
aceitáveis junto à sociedade, haja vista, que o Livro das Leis, a Bíblia, traz em seu bojo
literário um arsenal de artigos, leis, e jurisprudências pelas quais tem a
missão de tornar a vida mais sábia, forte e bela.
Porquanto, não há que se relatar a
parte negativa de tal movimento de paz, pois, para estes, a força divina de
suas leis. No entanto, há sim, que se relatar que a família brasileira ainda
conclama o que há de mais divino em sua união: A vigência de leis divinas pelas
quais a doutrina; a regulamentação de normas bíblicas, razão pela qual são
inseridas no âmbito social e por fim, a preconização do amor em forma de
caridade, da qual solidifica a paz e harmonia na sociedade.
Por fim... Parodia-se uma das
sequencias ritualísticas cerimoniais da liturgia eclesiástica; “...Irmãos,
saudemos uns aos outros...” e ai! Pergunta-se: Você já abraçou seu irmão(a),
amigo(a) ou qualquer ser-humano hoje?

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