Foi em 1754, na cidade de Lyon, França, que onze Mestres
Maçons de altas-patentes, se reuniram na casa de um Advogado lotado no exército
francês, o Sr. Martinez
De Pasqually, e resolveram se desligar da Grande Loja da Inglaterra,
entidade que congregava todas as lojas maçônicas do mundo, para idealizar um
novo rito maçônico, através do qual, este, tinha a única missão: levar a
espiritualidade para a maçonaria; obviamente que toda ação existe uma reação,
os materialistas maçons que praticavam seus ritos já há 37 anos, inconformados
com a pretensão “soberba” destes revolucionários, cortaram relações amigáveis e
tentaram denigrir ao máximo a nova Ordem dos Cavaleiros Maçons Elus Cohen do
Universo.
A antiga e tradicional Maçonaria,
fundada em 1717, preconizava a evolução humana através de a construção de um
novo cidadão, dentro de normas judaicas e concatenadas em liturgias ritualísticas,
contudo, foi o Imperador Napoleão Bonaparte,
que deu o aspecto materialista as Ordens Maçônicas dentre as quais, tornaram-se
mais militarizadas, com regras e ritualísticas voltadas para a ordem e
civilismo prático; assim, alguns homens espiritualizados, bem antes da revolução
francesa que culminou com novas normas, como explicita seu jargão igualdade,
fraternidade e liberdade, idealizaram inserir na filosofia maçônica o caminho
espiritual para a evolução humana.
O Sucesso dos Elus Cohen foi muito
grande, donde abriram diversas lojas em várias cidades da França, e, isto
incomodou os generais maçons do exercito francês que sarcasticamente enviaram o
Grande-Mestre Pasqually para o Haiti,
e este veio a falecer aos 52 anos de idade, acometido por malária; no entanto, com
isto, mataram e calaram o Grande-Mestre nesta armação, enquanto na França a
Elus Cohen se submetia as outras lojas reconhecidas como maçônicas pela
Grande-Loja da Inglaterra. Dois discípulos de Pasqually enveredaram por
caminhos distintos.
S.Martin
escreveu diversos livros e inaugurou uma corrente mística denominada de “Martinezismo” do qual
transformou-se pelas mãos de o médico Papus em ordem Martinista, pela
qual preconizava os ideais franco-maçônicos dos Elus Cohen, entretanto, esta
corrente foi adotada pela Rosacruz
e vem até os dias atuais praticando a verdadeira maçonaria espiritual. Mas, os
Elus Cohen autentico foi preservado pelo místico Jean Baptiste, que
abriu a Ordem dos Cavaleiros, praticando o que o Grande Mestre Pasqually tinha
ensinado; tal rito foi ratificado pelo Maçom Robert Ambelain, até o
ano de 2009, quando este escriba
que escreve este texto, reinaugurou no mundo o tradicional rito Franco-Maçônico
dos Elus Cohen, do qual atualmente a maestria é exercida pelo Bel.Direito Yuri Alcantara.
O Rito Franco-Maçônico Elus Cohen
está há seis anos operando tradicionalmente nos termos idealizados pelo
Grande-Mestre Pasqually, e, nada mais é que a prática operativa fundamenta na cabala,
ritualizada por sazonalidades esotéricas e com princípios judaico-critão. A
admissibilidade à Ordem é simples, pois a ordem tem como lema a pureza de
pensamento em consonância à limpeza espiritual, bastando o membro se religar as
hostes celestiais para que seu ser seja divinamente concretizado pelas suas
atitudes diárias.

Nenhum comentário:
Postar um comentário