“Mas é que se agora, pra fazer
sucesso, pra vender disco de protesto, todo mundo tem que reclamar”... Não
quero imitar o cantor Raul Seixas, em sua música: “Eu também vou reclamar”;
para que esta coluna jornalística tenha sucesso mais do que já se tem. Na
verdade, é reclamando da situação que conseguimos galgar novos patamares na
cadeia evolutiva social da qual pertencemos. E, a reclamação de hoje é quanto a
este tempo seco, árido, infernal que assola a capital rondoniense atualmente.
A culpa? É da gente mesmo! Primeiramente
há de se ressaltar quanto às queimadas
existentes ao redor da cidade, pela qual, pequenos agricultores utilizam da
calada da noite para tocar fogo em áreas desmatadas, haja vista, que neste período
noturno a fiscalização do Ibama
inexiste. De modo, que tal fumaça penetra na área urbana de Porto Velho-RO
sufocando seus moradores; segundo, há de se ressaltar também a educação
ambiental que inexiste na população portovelhense; não custa quase nada manter
uma arvore na frente de casa, ou no quintal, conquanto, que se cada morador
fizesse tal ato, o clima melhoraria e muito.
Todo ano é a mesma coisa, seca amazônica
secando os pulmões dos moradores destemidos, e não adianta reclamar pra se ter
sucesso, porque no ano que vem, o clima é o mesmo, entretanto, tem-se que se
adaptar a situação e modifica-la na medida do possível, sob pena de morrer
desta forma irrefutável de preguiça atroz. Portanto, nada de culpar Mauro Nazif, Confúcio Moura, Maurão,
Rowilson
Teixeira, ou qualquer outra autoridade, tem-se que culpar a si mesmo por
ser tão predador do seu meio ambiente; assim, basta acabar de uma vez por toda
a mania de tocar fogo nas matas, cultivar o plantio de arvores nos quintais ou
na frente de casa, manter recipientes de agua limpa com cloro em casa para
refrescar o ambiente (umedecedor)
e praticar a higiene ambiental, limpando quintal de dejetos sortidos, costume
rotineiro de a plebe rude...
“...Mas
agora eu também resolvi dar uma queixadinha, porque eu sou um rapaz latino-americano
que também sabe se lamentar, e sendo nuvem passageira, não me leva nem à beira,
disso tudo que eu quero chegar... E fim de papo!”

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