quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O Inferno reside em Porto Velho-RO


            “Mas é que se agora, pra fazer sucesso, pra vender disco de protesto, todo mundo tem que reclamar”... Não quero imitar o cantor Raul Seixas, em sua música: “Eu também vou reclamar”; para que esta coluna jornalística tenha sucesso mais do que já se tem. Na verdade, é reclamando da situação que conseguimos galgar novos patamares na cadeia evolutiva social da qual pertencemos. E, a reclamação de hoje é quanto a este tempo seco, árido, infernal que assola a capital rondoniense atualmente.
            A culpa? É da gente mesmo! Primeiramente há de se ressaltar quanto às queimadas existentes ao redor da cidade, pela qual, pequenos agricultores utilizam da calada da noite para tocar fogo em áreas desmatadas, haja vista, que neste período noturno a fiscalização do Ibama inexiste. De modo, que tal fumaça penetra na área urbana de Porto Velho-RO sufocando seus moradores; segundo, há de se ressaltar também a educação ambiental que inexiste na população portovelhense; não custa quase nada manter uma arvore na frente de casa, ou no quintal, conquanto, que se cada morador fizesse tal ato, o clima melhoraria e muito.
            Todo ano é a mesma coisa, seca amazônica secando os pulmões dos moradores destemidos, e não adianta reclamar pra se ter sucesso, porque no ano que vem, o clima é o mesmo, entretanto, tem-se que se adaptar a situação e modifica-la na medida do possível, sob pena de morrer desta forma irrefutável de preguiça atroz. Portanto, nada de culpar Mauro Nazif, Confúcio Moura, Maurão, Rowilson Teixeira, ou qualquer outra autoridade, tem-se que culpar a si mesmo por ser tão predador do seu meio ambiente; assim, basta acabar de uma vez por toda a mania de tocar fogo nas matas, cultivar o plantio de arvores nos quintais ou na frente de casa, manter recipientes de agua limpa com cloro em casa para refrescar o ambiente (umedecedor) e praticar a higiene ambiental, limpando quintal de dejetos sortidos, costume rotineiro de a plebe rude...
“...Mas agora eu também resolvi dar uma queixadinha, porque eu sou um rapaz latino-americano que também sabe se lamentar, e sendo nuvem passageira, não me leva nem à beira, disso tudo que eu quero chegar... E fim de papo!”

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