O trânsito brasileiro,
principalmente o de Rondônia, é o que mais mata no mundo, então, como em uma
guerra, já daria para ter percebido que as técnicas utilizadas na
conscientização e na diminuição de a violência no transito não estão surtindo
efeitos; assim, a lógica de autoridades sensatas seria modificar a forma estratégica
que seria utilizada para neutralizar estas desgraças; multas, mídia, palestras,
nada funcionam, pois o rondoniense, como qualquer outro brasileiro é cinestésico.
Assim, as táticas para frear esta
desgraça no transito seria tão somente utilizar formas diretas de parar o trânsito
mesmo, tais como: lombadas, sinais nas principais encruzilhadas da cidade,
redução de velocidade e guardas municipais orientando nas principais vias da
cidade; só assim o condutor automobilístico reduziria a velocidade, respeitaria
o trânsito e quiçá os pedestres; pois já se percebeu que educação no trânsito
não se tem, medo de multas muito menos e respeito às leis do país é apenas um
sonho.
O Detran-RO faz uma mídia atualmente
nas tv´s e rádios da pior forma possível; insere-se pessoas relatando em
depoimentos as suas desgraças, como coisa que o povão fosse se conscientizar
que velocidade mata! Se assim fosse, as propagandas de pessoas que morrem de câncer
por fumar, estampadas nos pacotes de cigarros, já teria reduzido o consumo de
nicotina há tempos, coisa que não aconteceu; o que se comprova que os
articulistas que idealizaram a campanha do Detran-RO não sabem o que é “briefing”
e muito menos pesquisa qualitativa para detectar o público alvo, fato que
caberia processo de improbidade administrativa se houvesse profissional hábil
competente para tal ato.
Por fim, o suplicio diário resulta em famílias
desamparadas, órfãos e vitimas de um trânsito que mata, tanto quanto armas, câncer,
e, aids. Inerte as autoridades não conseguem pensar em uma estratégia para
parar esta carnificina, e, vitimas de suas próprias ignorâncias se escondem através
de serviços irrisórios como bem se constatam; por outro lado, as cifras
milionárias que o Detran-RO arrecada anualmente da população daria para
resolver o problema há séculos, simplesmente parando o trânsito, fazendo com
que o cidadão parasse de correr e levasse a vida gradualmente lenta... seria
pedir muito?

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