sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Trânsito que mata, Detran-RO parado, cidadão morrendo...



            O trânsito brasileiro, principalmente o de Rondônia, é o que mais mata no mundo, então, como em uma guerra, já daria para ter percebido que as técnicas utilizadas na conscientização e na diminuição de a violência no transito não estão surtindo efeitos; assim, a lógica de autoridades sensatas seria modificar a forma estratégica que seria utilizada para neutralizar estas desgraças; multas, mídia, palestras, nada funcionam, pois o rondoniense, como qualquer outro brasileiro é cinestésico.
            Assim, as táticas para frear esta desgraça no transito seria tão somente utilizar formas diretas de parar o trânsito mesmo, tais como: lombadas, sinais nas principais encruzilhadas da cidade, redução de velocidade e guardas municipais orientando nas principais vias da cidade; só assim o condutor automobilístico reduziria a velocidade, respeitaria o trânsito e quiçá os pedestres; pois já se percebeu que educação no trânsito não se tem, medo de multas muito menos e respeito às leis do país é apenas um sonho.
            O Detran-RO faz uma mídia atualmente nas tv´s e rádios da pior forma possível; insere-se pessoas relatando em depoimentos as suas desgraças, como coisa que o povão fosse se conscientizar que velocidade mata! Se assim fosse, as propagandas de pessoas que morrem de câncer por fumar, estampadas nos pacotes de cigarros, já teria reduzido o consumo de nicotina há tempos, coisa que não aconteceu; o que se comprova que os articulistas que idealizaram a campanha do Detran-RO não sabem o que é “briefing” e muito menos pesquisa qualitativa para detectar o público alvo, fato que caberia processo de improbidade administrativa se houvesse profissional hábil competente para tal ato.
             Por fim, o suplicio diário resulta em famílias desamparadas, órfãos e vitimas de um trânsito que mata, tanto quanto armas, câncer, e, aids. Inerte as autoridades não conseguem pensar em uma estratégia para parar esta carnificina, e, vitimas de suas próprias ignorâncias se escondem através de serviços irrisórios como bem se constatam; por outro lado, as cifras milionárias que o Detran-RO arrecada anualmente da população daria para resolver o problema há séculos, simplesmente parando o trânsito, fazendo com que o cidadão parasse de correr e levasse a vida gradualmente lenta... seria pedir muito?   

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