Dólar batendo a casa dos R$ 4,00,
recessão, falta de emprego, desestrutura familiar, abandono amoroso, separação,
saúde abalada, depressão, ansiedade, materialismo exacerbado, stress, e a única
saída opcional será o suicídio.
Está é a doença que vem crescendo em Rondônia e no Brasil, que só neste ano já cresceu
em 10% segundo dados da OMS.
E a situação tende a piorar, haja vista, se analisar-se o índice educacional
das pessoas envolvidas nesta tragédia e consequentemente o índice de evolução
espiritual que notoriamente são em níveis baixíssimos.
Nota-se analiticamente nas
madrugadas, nas tv´s brasileiras, a programação evangélica que praticamente
toma conta de quase 100% desta grade neste horário, e, determinados pastores se
apegam a filosofia das escrituras sagradas para discernir quanto à problemática
psicossomática apresentada pelos telespectadores, razão pela qual, estes saem
destas conversas televisivas um pouco mais aliviados das cargas neuróticas que
carregam diante as suas labutas; fato este, que consegue diminuir a tensão que
este povo sofre diante aos desesperos momentâneos, pois, seria ideal que as
pessoas fossem ouvidas por um psicólogo ou psiquiatra, mas, na falta destes
profissionais os pastores estão ganhando mercado.
Para os espiritualistas praticantes
o crime de suicídio é o pior de todos, pois o carma adquirido se inicia quando
da sua morte, até uma nova vida, com o purgatório lhe oferecendo a chance de
rever o episódio catastrófico em formato de filme mental durante a estadia
prisional; de forma que este ato de suplício é combatido ao extremo pelos
espiritas na forma de muitas orações, discursos filosóficos e terapia
ocupacional na forma de caridade, assim, o doente psicótico tem em apoios
sociais a dinâmica de extravasar seus distúrbios através de forte apoio de
pessoas que tem em suas missões a meta de ajudar ao próximo.
Mas, a saúde governamental rondoniense
não está nem ai para esta celeuma, não se ver psicólogos de plantão nas UPA´s
(Unidade de Pronto Atendimento) para que pudessem atender ao público, ou mesmo
de plantão nos postinhos de saúde; a secretaria de saúde, ciente deste distúrbio
social não faz uma campanha informativa salientando que o suicídio é a prática
abominável em todas as culturas, assim, ficamos a sorte de pessoas bem intencionadas
para ajudar estas pobres almas, que até o presente momento quem vem se saindo muito
bem são os espiritas e evangélicos que ao menos tem tempo para ouvir quem
deseja desabafar... Esta coluna jornalística alerta aos seus leitores, que se alguém
se encontrar neste estágio psicológico terminal, que procure imediatamente um psicólogo
e peça sua ajuda...

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