quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Suicídio! O fim abominável...



            Dólar batendo a casa dos R$ 4,00, recessão, falta de emprego, desestrutura familiar, abandono amoroso, separação, saúde abalada, depressão, ansiedade, materialismo exacerbado, stress, e a única saída opcional será o suicídio. Está é a doença que vem crescendo em Rondônia e no Brasil, que só neste ano já cresceu em 10% segundo dados da OMS. E a situação tende a piorar, haja vista, se analisar-se o índice educacional das pessoas envolvidas nesta tragédia e consequentemente o índice de evolução espiritual que notoriamente são em níveis baixíssimos.
            Nota-se analiticamente nas madrugadas, nas tv´s brasileiras, a programação evangélica que praticamente toma conta de quase 100% desta grade neste horário, e, determinados pastores se apegam a filosofia das escrituras sagradas para discernir quanto à problemática psicossomática apresentada pelos telespectadores, razão pela qual, estes saem destas conversas televisivas um pouco mais aliviados das cargas neuróticas que carregam diante as suas labutas; fato este, que consegue diminuir a tensão que este povo sofre diante aos desesperos momentâneos, pois, seria ideal que as pessoas fossem ouvidas por um psicólogo ou psiquiatra, mas, na falta destes profissionais os pastores estão ganhando mercado.
            Para os espiritualistas praticantes o crime de suicídio é o pior de todos, pois o carma adquirido se inicia quando da sua morte, até uma nova vida, com o purgatório lhe oferecendo a chance de rever o episódio catastrófico em formato de filme mental durante a estadia prisional; de forma que este ato de suplício é combatido ao extremo pelos espiritas na forma de muitas orações, discursos filosóficos e terapia ocupacional na forma de caridade, assim, o doente psicótico tem em apoios sociais a dinâmica de extravasar seus distúrbios através de forte apoio de pessoas que tem em suas missões a meta de ajudar ao próximo.
            Mas, a saúde governamental rondoniense não está nem ai para esta celeuma, não se ver psicólogos de plantão nas UPA´s (Unidade de Pronto Atendimento) para que pudessem atender ao público, ou mesmo de plantão nos postinhos de saúde; a secretaria de saúde, ciente deste distúrbio social não faz uma campanha informativa salientando que o suicídio é a prática abominável em todas as culturas, assim, ficamos a sorte de pessoas bem intencionadas para ajudar estas pobres almas, que até o presente momento quem vem se saindo muito bem são os espiritas e evangélicos que ao menos tem tempo para ouvir quem deseja desabafar... Esta coluna jornalística alerta aos seus leitores, que se alguém se encontrar neste estágio psicológico terminal, que procure imediatamente um psicólogo e peça sua ajuda...           

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