terça-feira, 1 de setembro de 2015

O pulso ainda pulsa: Peste bubônica, Câncer, pneumonia, Raiva, rubéola, Tuberculose e anemia, Rancor, cisticercose, Caxumba, difteria, Encefalite, faringite, Gripe e leucemia..

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                Indiscutivelmente para aquele que não tem condição de bancar um bom plano de saúde está fadado à morte. Explico! Nesta semana acompanhei a labuta de um amigo em um hospital particular e constatei a diferença no atendimento, na recepção e no tratamento clinico; totalmente diferente do atendimento de um hospital público; e não seria para ser assim, haja vista, que para a saúde em 2016 estão alocadas em recursos financeiros mais de R$ 300 Bi pelo governo federal, o que equipara o Brasil aos grandes países desenvolvidos.
            Embora saibamos que parte destes recursos serão desviados em licitações direcionadas por bandidos ligados a políticos, dos quais, tem a simples missão em atrasar e destruir as vidas de pessoas inocentes. Resultado: ver-se hospitais sucateados, profissionais desmotivados, faltas de medicamentos essenciais, UTI´s super-lotadas e pior: falta de atendimento humanizado; eis o Brasil da prosperidade, a sexta economia do mundo, enquanto seus patrícios morrem a mingua nos calabouços dos hospitais públicos.
            Enquanto não houver fiscalização eficiente por órgãos dos quais tem esta missão constitucional de preservar os direitos humanos dos desamparados, haveremos de sucumbir à doença mortal designada pelos especialistas de: Corrupção, e até o presente momento esta vem ganhando no Brasil, e principalmente em Rondônia; A saúde rondoniense, da qual, tem dois médicos em suas gestões principais, como o Governador rondoniense Confúcio Moura-PMDB e o Prefeito de Porto Velho-RO, Mauro Nazif-PSB, ambos doutores letrados na medicina e no entanto ainda não resolveram esta celeuma.
            O Tribunal de Contas, órgão que tem em sua missão averiguar as contas inerentes as gestões das secretarias de saúde, não demonstra a sociedade o teor do seu trabalho; algo parecido como uma fiscalização nos ambientes hospitalares; a exemplo como sempre o fez o Procurador Herverton Aguiar do MP-RO quando este visitada in-loco os hospitais portovelhenses para averiguar as denúncias do combativo Raimundo Nonato; Ademais, insere-se nesta preguiça funcional os profissionais da secretaria de saúde estadual que não trabalham a contento, condizente a qualificação que o cargo exige-se... Enquanto isto, na terra do nunca, tudo é uma maravilha. 

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