Indiscutivelmente para
aquele que não tem condição de bancar um bom plano de saúde está fadado à
morte. Explico! Nesta semana acompanhei a labuta de um amigo em um hospital
particular e constatei a diferença no atendimento, na recepção e no tratamento clinico;
totalmente diferente do atendimento de um hospital público; e não seria para
ser assim, haja vista, que para a saúde em 2016 estão
alocadas em recursos financeiros mais de R$ 300 Bi pelo governo federal, o que
equipara o Brasil aos grandes países desenvolvidos.
Embora saibamos que parte destes
recursos serão desviados em licitações direcionadas por bandidos ligados a políticos,
dos quais, tem a simples missão em atrasar e destruir as vidas de pessoas inocentes.
Resultado: ver-se hospitais sucateados, profissionais desmotivados, faltas de
medicamentos essenciais, UTI´s super-lotadas e pior: falta de atendimento
humanizado; eis o Brasil da prosperidade, a sexta economia do mundo, enquanto
seus patrícios morrem a mingua nos calabouços dos hospitais públicos.
Enquanto não houver fiscalização
eficiente por órgãos dos quais tem esta missão constitucional de preservar os
direitos humanos dos desamparados, haveremos de sucumbir à doença mortal
designada pelos especialistas de: Corrupção, e até o presente momento esta vem
ganhando no Brasil, e principalmente em Rondônia; A saúde rondoniense, da qual,
tem dois médicos em suas gestões principais, como o Governador rondoniense Confúcio
Moura-PMDB e o Prefeito de Porto Velho-RO, Mauro Nazif-PSB, ambos doutores
letrados na medicina e no entanto ainda não resolveram esta celeuma.
O Tribunal de Contas, órgão que tem
em sua missão averiguar as contas inerentes as gestões das secretarias de saúde,
não demonstra a sociedade o teor do seu trabalho; algo parecido como uma
fiscalização nos ambientes hospitalares; a exemplo como sempre o fez o
Procurador Herverton Aguiar do MP-RO quando este visitada in-loco os hospitais
portovelhenses para averiguar as denúncias do combativo Raimundo Nonato;
Ademais, insere-se nesta preguiça funcional os profissionais da secretaria de saúde
estadual que não trabalham a contento, condizente a qualificação que o cargo
exige-se... Enquanto isto, na terra do nunca, tudo é uma maravilha.

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