O que a Europa, países asiáticos
e EUA, dos quais, congregam as maiores economias do mundo, tem em comum é a
livre iniciativa, o empreendedorismo e a formação profissional dos seus patrícios;
com esta atitude o Estado se livra dos cabides de empregos que normalmente são
preferencias iniciais daqueles que almejam subir na vida sem esforços.
No Brasil, o Estado, como
um todo, preza pela prática em inchar a máquina governamental com empregos
ofertados aqueles que geralmente participaram das eleições de políticos vencedores,
onde o premio por tal esforço, é um emprego garantido por quatro longos anos. Nesta
prática infernal vai se garantindo o coronelismo típico de toda sociedade
arcaica e vai se relaxando quanto às ascensões: educacional e profissional de
seus habitantes, deixando-os preguiçosos e sem aptidões para alvejar novos
horizontes; por outro lado, economicamente, o Estado pesado não pode
utilizar-se de seus recursos financeiros para prover o desenvolvimento tecnológico,
educacional, saúde e outros atributos análogos ao seu oficio...
A solução está no desenvolvimento educacional
e técnica destes profissionais, a quebra do paradigma inerente a cabides de
emprego, e, a formação de empreendedores que deveriam insurgir inicialmente
desde quando se pense em conquistar o primeiro emprego... Só assim, o Estado se
livra de preguiçosos e a economia ganhará mais recursos e giro de seu próprio capital...

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