segunda-feira, 29 de junho de 2015

Cabide de emprego...

O que a Europa, países asiáticos e EUA, dos quais, congregam as maiores economias do mundo, tem em comum é a livre iniciativa, o empreendedorismo e a formação profissional dos seus patrícios; com esta atitude o Estado se livra dos cabides de empregos que normalmente são preferencias iniciais daqueles que almejam subir na vida sem esforços.
No Brasil, o Estado, como um todo, preza pela prática em inchar a máquina governamental com empregos ofertados aqueles que geralmente participaram das eleições de políticos vencedores, onde o premio por tal esforço, é um emprego garantido por quatro longos anos. Nesta prática infernal vai se garantindo o coronelismo típico de toda sociedade arcaica e vai se relaxando quanto às ascensões: educacional e profissional de seus habitantes, deixando-os preguiçosos e sem aptidões para alvejar novos horizontes; por outro lado, economicamente, o Estado pesado não pode utilizar-se de seus recursos financeiros para prover o desenvolvimento tecnológico, educacional, saúde e outros atributos análogos ao seu oficio...

 A solução está no desenvolvimento educacional e técnica destes profissionais, a quebra do paradigma inerente a cabides de emprego, e, a formação de empreendedores que deveriam insurgir inicialmente desde quando se pense em conquistar o primeiro emprego... Só assim, o Estado se livra de preguiçosos e a economia ganhará mais recursos e giro de seu próprio capital...

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